Associação Cultural e Recreativa de Sernancelhe

Actividades e Factos históricos relevantes

Associação Cultural e Recreativa de Sernancelhe

O espírito social, a convivência, a cultura e recreio são aspectos que devem estar presentes e vivos em qualquer comunidade; e devem ser enriquecidos dando continuidade aos bons hábitos, costumes e tradições, de geração em geração. E o concelho de Sernancelhe tem património desde os seus monumentos ( a precisar de restauro, é certo), até às manifestações culturais de outros tempos, tais como teatros, cortejos, romarias e festas populares, que pretendemos reavivar.

Ora, é importante que esta mensagem chegue aos mais novos, que eles sejam capazes de regenerar estas vivências, que sintam orgulho disso. Sendo natural, nos nossos meios, que o arranque de certas iniciativas se preste e precise de carolices, foi com a boa vontade de alguns pais e elementos jovens que surgiu esta iniciativa, para fazer reviver uma Banda Filarmónica que existiu nesta Vila pelos anos trinta e quarenta, e para ajudar a manter vivo e animado um panorama cultural de que o concelho de Sernancelhe tem sido palco.

A Associação, fundada em 1982, está legalmente criada e constituída nos seus corpos representativos.

Tem feito funcionar regularmente uma Escola de Música, onde se ministram os primeiros ensinamentos e onde se aperfeiçoam conhecimentos já existentes, permite o dinamismo que transporta esta Banda Filarmónica Sernancelhense a um nível de superior qualidade.

Esta, por sua vez, tem actuado na animação de festividades culturais e religiosas em diversos pontos do Pais, com especial incidência na região. Possui um vasto reportório, dignifica o, nome da sua terra e tem sido sempre acarinhada. E hoje a afirmação dos objectivos dos seus fundadores.

Possui um número de elementos que oscila entre 30 e 40 (com idades entre os 8 e os 50 anos).

As inscrições e formação dos jovens começam com idades inferiores. São seleccionados gradualmente os mais intuídos e voluntariosos. São importantes a assídua frequência aos ensaios e as regulares deslocações nas actuações, surgindo algumas desistências por razões particulares da vida sócio-profissional de alguns, que vão sendo ultrapassadas entretanto.

E claro, as formas de vida e a organização da sociedade e dos aglomerados vão evoluindo, com as novas tecnologias, infra-estruturas, exigências e dificuldades sócio-profissionais.

Portanto, só com estruturas instituídas e organizadas, cada vez mais fortes e implantadas, é que é possível manter e dinamizar estas coisas.

Embora, com dificuldades, mas com elevado espírito de sacrifício e bairrismo de todos os que se têm proposto colaborar, os objectivos vão sendo atingidos. É certo, que queremos mais e melhor, pelo que continuaremos a debater-nos com o mesmo espirito que nos tem caracterizado ao longo destes anos de existência.

 

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